segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mais uma cirurgia...

Xurupitinho está doente de novo. Não vai ao banheiro desde quinta.
Levamos ao vet e amanhã, mas uma cirurgia. Agora vão retirar todo o intestino grosso dele.
O vet acha que isso não tem a ver com a mordida do cachorro (da qual salvamos a vida dele), e que talvez já fosse uma predisposição dele.


Estou triste, pois faz pouco mais de um mês que ele fez a cirurgia de fecaloma.
Nem acredito que teremos que passar por tudo isso de novo. Mas pelo menos, diz o vet, depois de retirar o intestino grosso, ele vai ter uma vida normal, e talvez nem precise mais da ração caríssima que está comendo atualmente.

Turma pequena

"Pertencer a uma turma pequena nos primeiros anos de escolaridade traz vantagens que são visíveis ao longo de todo o percurso escolar", defendem investigadores em Pedagogia da Universidade Northwestern (EUA). E os maiores beneficiados parecem ser os alunos com mais dificuldades.

De acordo com um estudo levado a cabo pela equipa de cientistas, as crianças que pertenciam a turmas que tinham até 17 alunos nos primeiros anos de escolaridade apresentavam notas substancialmente mais elevadas no 8.º ano, quando comparadas com crianças originárias de turmas maiores. O fenómeno é ainda mais notório nos desempenhos de leitura e ciências que são atingidos por estudantes que habitualmente lidam com dificuldades."

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Eu adoro turma grande. Adoro aquele burburinho, as perguntas, aquela bagunça organizada. Por mim, só ensinaria turmas de 50 alunos. O grande problema é que isso só tem alguma chance de dar certo se for uma turma de 50 alunos interessados.
E isso hoje nós não temos. Em uma turma de 50 alunos, seja de crianças/adolescentes na educação básica ou em cursos livres com adultos, eu diria que menos de 10 estão realmente interessados. O que é uma pena, claro.

Por isso que alunos de turmas pequenas se dão melhor. Não é porque tem a atenção do professor mais do que em uma turma grande. É simplesmente porque tem o professor para EMPURRÁ-LO para frente. Pra frente em uma turma de 50 ele não iria, pois se esconderia no fundo da sala e passaria a aula inteira trocando SMS com a namorada. Em uma turma de 17 alunos as chances de ele conseguir fazer isso sem que o professor perceba são mínimas. Ele tem que prestar atenção e pronto. Se ele não prestar atenção, o professor consegue tempo para ir até a carteira dele e conversar, ou mesmo depois da aula. Há maneiras de motivar mais o aluno quando ele está em um grupo pequeno. Não formam as panelinhas tão facilmente (ou gangues). Não conseguem atormentar os outros com bullying, pois o professor vê e intercede. Não consegue fazer quase nada que vá prejudicá-lo em sala de aula.

E então o professor, que deveria ser um multiplicador de conhecimentos, acaba virando polícia desses 17 alunos. Só é bom e só funciona porque tem guarda suficiente para conter esse número de prisioneiros. Professor como fiscal.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aos donos do Nelsinho

Nós encontramos o seu cachorro.
*Ele passou pelo Nelsinho na rodovia, que estava no meio de uma poça de água/lama, bebendo. Viu que tinha alguma coisa errada... Parou o carro, chamou. Ele deu um passo e não conseguiu mais andar.

O Nelsinho devia ser um cachorro lindo, um fox paulistinha com o rabinho cortado e tudo. Por isso nós sabemos que ele teve dono, por isso nós sabemos que vocês existem. Hoje não dá mais para ver quão lindo ele era, pois está totalmente debilitado devido aos males que vocês impuseram a ele.

Vocês foram provavelmente para a praia, e não tinham onde deixar o Nelsinho. Por isso, a decisão mais acertada e econômica, na cabeça de imbecis como vocês, era largá-lo no asfalto, certo? Afinal, ele conseguiria se virar sozinho.


Mas não, cachorros em geral não tem muito sucesso se virando sozinhos em beiras de rodovias. Como resultado, seu cachorro ficou dias, semanas, talvez até meses vagando pelo asfalto quente, procurando por vocês e tentando voltar para casa. Um asfalto tão quente que as almofadas das patinhas dele estão pela metade, derreteram queimadas, estão em carne viva e ele mal consegue ficar de pé. Além disso, o Nelsinho ainda teve o azar de se machucar e ser infestado por bicheiras. No joelho, na virilha, no peito. Para completar o quadro de terror que vocês impuseram a ele, também passou fome - é o cachorro mais magro que já vi em minha vida.

Ele foi trazido para a minha casa. Comeu muito. Bebeu muita água. Tomou banho. No veterinário, tomou um remédio para eliminar as bicheiras. Logo as larvas começaram a cair dos ferimentos, e eu nem consegui contar, tamanho era o número. Larvas grandes, gordas, que deviam estar há um bom tempo se alimentando da carne do Nelsinho.

E então, finalmente, depois de talvez meses, ele teve uma noite tranquila. Pôde dormir sem a sensação de bichos entrando em si, se movimentando, comendo de sua carne. Pôde dormir sabendo que a seu lado havia um porte de água e outro de ração, e que essas coisas simples e básicas não faltariam mais para ele.


Hoje faz 5 dias que ele foi resgatado. Ele ainda não consegue andar, as feridas deixadas pelas bicheiras são muito grandes, e estão demorando a cicatrizar. Ele sente dor constante. Como tratamento, banhos diários com xampú especial, e um experimento de fitoterapia: aplicação de chá de Barbatimão nos ferimentos. Espera-se que acelere a cicatrização.

Até agora, nesses 5 dias, ele não soltou um pio. Não latiu. Não chorou. Não gemeu de dor. Não uivou. No banho, mesmo com a dor, ele levanta as patinhas para que eu lave as queimaduras. Ele é um cão comportado demais, daí a minha indignação ser ainda maior com relação ao abandono dele.


Será que vocês pensam nele? Em como ele está? Se ele sobreviveu? Será que, por alguns instantes, vocês se arrependem de tê-lo deixado na beira do asfalto, para morrer?

Deus queira que vocês nunca mais tenham um bichinho de estimação.
Espero que vocês morram.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Pirocóptero


Amei!

Quero de volta!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Putz!


Da Folha de S.Paulo

SP admite ter de usar professor reprovado

Estado anuncia que, por dificuldades em preencher vagas, poderá ter de requisitar docentes temporários com nota vermelha

A prova foi adotada em 2009 pela gestão Serra; na época, o governo disse que iria barrar quem não atingisse a nota mínima...